segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Pra ser lembrado depois


Essa coisa de ser um bom garoto durante o ano sempre foi coisa de laranja, mas enfim... Tenho sido um pai ausente, mas vocês sabem que isso é cíclico. Quem entrou aqui mais de cinco vezes sabe que o esquema é meio como a tv a cabo, doze episódios por ano. Eu fui mas voltei, carcamano. Acho.

Tô passando só pra deixar um abraço! Feliz Natal pra vocês, a gente se fala em breve.

E o James Brown, pô? Coisa triste!

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Operação Bigode

Vocês devem se lembrar da primeira vez que um vídeo meu vazou na internet, eu ensinava Paris Hilton a escovar os dentes da maneira correta. Hoje em dia isso nao choca mais ninguém, todas as celebridades ficam se exibindo mundo afora, e até a igreja já declarou ser contra o uso da calcinha. Ou era camisinha? Nem lembro.

O fato é que um segundo vídeo meu vazou na internet esse fim de semana, um em que toda a minha masculinidade é posta a prova, tendo em vista que as pessoas estão duvidando que meu bigode na Cidade dos Dublês seja de verdade. Vos digo que, sem dúvida alguma, o bigode é meu - paguei por ele, é tão meu quanto os peitos da Danielle Winitz são dela.
Vejam minha perfomance na Cidade dos Dublês, e morram de inveja. Tá o maior calor aqui em Floripa e eu nem vou feder nesse verão. Obrigado, Rexona, acho que mereço os prêmios da promoção.
OK, e preciso fazer uma revelação. A escova insistentemente utilizada por Paris Hilton no meu vídeo anterior, pertencia ao meu ghost writer. Sorry, Periferia.

sábado, 18 de novembro de 2006

#43

Bebeto & Márcia Freire - O Meu Amor Chorou

O que aconteceria se o bunda-mole que fez a primeira música emo fosse brasileiro e curtisse um forrozão? Ele teria composto O Meu Amor Chorou, e seu nome seria Luiz Marçal Neto.

Autor da triste canção em que Paulo Diniz se esganiça até quase evacuar, Marçal deve provavelmente ter se suicidado por causa da baranga que chorava pela falta de modos que ele tinha, desacostumado que era com a vida a dois.

Como as contas não param, muito melhor que a versão tristonha do Paulo Diniz é a ensolarada mistura de forró com samba rock da dupla Bebeto e Márcia Freire. Debochada, divertida e suingada, só faltava complementar o refrão "O meu amor chorou, não sei por que razão" com um sonoro "pau no rabo dela!".

Link para download!


Bebeto + Ronaldo + Luxemburgo dos anos 70

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Guampa que pariu

Depois da modinha dos acidentes aéreos (segundo estudos, mês passado choveu mais avião que mulher na horta do vizinho), a nova onda do momento é a dos cornos violentos.


Odin? Ô dava!

Semana passada, foi o cara triste que foi levar a esposa pra dar um rolé no ônibus em que ele viria a sequestrar, e nem conseguiu matar ninguém. Pobre é foda, nem pra sair de carro com a gata (sic, ces tao ligados), e dar um fim nela longe do criaredo. Mas não, vai se vingar num ÔNIBUS. Reclama que é corno, otário.

Ontem, um doidão aqui em Floripa discutiu com a mulher na frente dum hospital. Vejam bem, a moça tava grávida, e o cara jurava que o filho não era dele. Viver na dúvida é uma merda, então nosso protagonista não teve dúvidas: esmagou a mulher com o carro na parede, matando a pobre coitada e o pobre possível bastardo.

Pelo menos o corno número 2 tinha carro, e resolveu a situação de uma vez por todas. Perguntem aos colegas dele na prisão, perguntem ao Jardel.

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Casanova

Continuando a nossa semana "Não vi na TV", House finalmente voltou a ser exibido lá fora, após um longo e inebriante mês de baseball.

Pra quem é burro e tá perdendo essa série, é sobre um médico manco & pau no cu que maltrata os pacientes - que ele odeia com força, mas só para salvá-los no fim do episódio. E isso é uma regra, o House e sua turma sempre salvam os pacientes.

"Assim é fácil, Mister M"? Que nada, Cidoca. A graça tá toda no carisma do protagonista, um cara chamado Hugh Laurie, que fazia um engraçadissimo programa de esquetes na Inglaterra uns 20 anos atrás (outra que eu não vi na tv).

Quanto a retomada da terceira temporada da série: gostei menos que os 4 episódios inciais. Aquele lance da desconstrução do House, com o vício em vicodin, as dores na perna e todos aqueles aspectos psicológicos que parecem tão chatos escrevendo, mas são tão divertidos de assistir.

Arranjaram um NÊMESIS (emoticon) pro House, um policial chatão que fica meia hora com um termômetro enfiado no rabo depois de botar o pé na bengala do Doutor, fazendo-o tropeçar. A idéia é ele ser tão inteligente, otário e legal quanto o House, mas acaba sendo só desgradável. O ator é meio presepeiro, é aquele otário do 16 Quadras que insiste em atrapalhar a vida do nosso querido amigo Bruce Willis.

Bom, assistam mesmo assim. O tal arquiinimigo não deve durar muito. E tem outros personagens legais, tipo o Dr. Wilson, que é o grilo falante do House, a Cameron, que é um pitéu e quer dar pro nosso herói, a Cuddy, que era uma traveca em Ally McBeal, e um negão e um australiano que também são gente fina.

Cotação: Um tumor maligno, de cinco benignos possíveis

terça-feira, 24 de outubro de 2006

Leitura Dinâmica

Devido ao sucesso da coluna Auto-suficiência, a equipe Chico Barney de Serviços Muito Legais traz até o ex-amigo leitor o que vale a pena conferir na banca mais próxima.


O lançamento de uma revista tipo a Rolling Stone por aqui deve ser o maior fuzuê do criaredo. Consigo até imaginar o bando de requenguela correndo até a banca.

Muito legal eles começarem com a Gisele Bündchen na capa. Ela é a celebridade que resume a revista, uma mistura de Contigo! com Trip. Apesar de tudo, é legal, tô curioso pra ver se vai dar em alguma coisa.

Cotação: Um Jack Sparrow, de um Keith Richards possível


Confesso que eu tava orgulhoso da Bizz. Um ano limpos, sem nenhuma capa do Renato Russo. Vou QUOTAR o que escrevi ano passado, na época do relançamento da revista: "E digo mais, primeira capa da Bizz que tiver o Renato Russo eu paro de comprar a revista. A não ser que a chamada seja VINTE ANOS DEPOIS, CA

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

Olhos nos olhos

Faz alguns anos que não abro a caixa de correio do Vai trabalhar, vagabundo. Cansado de ignorar o eleitorado, Luiz Inácio Chico Barney da Silva resolve vir para o debate e participar da bonita festa da democracia.

Falam bem do tal Heroes: espécie de Lost sem gente querida morrendo e menos selva.
Moskito, Carazinho - RS

É verdade, caro leitor. Também falam bem do seu blog, o que quer dizer que critério não é algo muito importante hoje em dia. E o négócio de ser um Lost sem gente querida morrendo é fato - aliás, é um Lost sem gente querida AT ALL.

Cara, esse é o único blog no qual eu sei do que tu está falando, entendo os assuntos e conheço as coisas aqui tratadas, além de (acho que) entender as piadas!!! E acima de tudo, ninguém comenta coisas do tipo “Não conheço nada disso, mas aí, maneiro bróder, podiscrê!”!!!
Muito obrigado e parabéns…
Ah, e já experimentou ver Family Guy, Scrubs e Two and a Half Man em sequencia sem ficar com dor no carrinho de tanto rir???
Saitou, via comentário

Fico feliz que você finalmente tenha achado um lugar para entender as piadas. Inclusive mês que vem lançaremos o Vai trabalhar, vagabundo For Dummies, perfeito para o amigo secreto de final de ano da firma. E eu nunca conseguirei ver os três programas citados na sequência porque provavelmente cortaria meus pulsos antes de terminar o primeiro bloco de Scrubs. Abraços!

C.S.I. Miami é ótimio. Mesmo com o cabelo laranja. Aliás, a fotografia alaranjada é bem interessante também… eu recomendo.
Lima, via comentário

Cheguei a me assustar pensando que fosse o mítico Daniel Lima Simpson. Mas é claro que ele não teria tamanho mau gosto, faça-me o favor.

Por que todo mundo que fala de Studio 60, esquece de falar o principal: A TESTA DO MATTHEW PERRY. Meu Deus, dá para estender uma toalha!

Ainda não vi, cara. Mas parece maneirona mesmo, baixarei aqui.

E recomendo “Weeds” (www.flogao.com.br/weedsislife). É uma mulher branca que compra maconha duma família negra e vende para caras brancos, para manter o seu padrão branco de vida, depois que o marido dela bate as botas. Que argumento.

Mas fora a parada manjadona de “essa sociedade rica é tão hipócrita” (Gilmore Girls? Desperate? OC?), é bacana. Boas situações e diálogos e essas porras que fazem uma série.
Ronald Rios, via comentário

A testa do Matthew Perry é tão relevante quanto seus comentários, Ronald. Sobre Weeds, tive a oportunidade de conferir o piloto, e uma oportunidade melhor ainda de nunca mais ver essa porcaria. Tem Kevin Nealon, por cristo, que é mais ou menos 'o que aconteceria se Chevy Chase nunca tivesse tido um ponto alto em sua filmografia medíocre'.

“…que é um Zorra Total sem graça…”.Houve uma retundância brutal nessa oração.Se é Zorra Total,é sem graça =)
Marcelo Costa, via comentário

Claro, vamos levar em conta o sujeito que escreve 'retundância brutal'.

É isso aí, turminha. Continuem mandando suas críticas, sugestões e comentários!