terça-feira, 27 de novembro de 2007

Apenas bons amigos

 

Um enlouquecido da Rússia, onde mais?, levou o maior corte da gatinha em rede nacional: pediu pra casar com a ex num programa de tv e foi sumariamente picotado pela russa. O cara fez o que qualquer cidadão de bem sujeito-homem faria, deu-lhe umas boas facadas na garganta pra aprender a não ser vagabunda. O mais triste é que era uma russinha estilo Rajska, cuja graduação alcoolica não lembrava em nada a fina estirpe daquelas tenistas gostosas que a gente tanto curte. Mas a cada crime passional a Rússia fica um pouco menos fria, afinal.

Olá, amigos

Acreditem ou não, hoje o Vai trabalhar, vagabundo volta a funcionar diariamente, com centenas de posts diários.

Haja coração!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Despertar dos mortos

Não sei se vocês conseguem perceber, mas a música brasileira ficou menos pau no cu depois desse disco novo da Nação Zumbi, o Fome de Tudo. Olha só esses caras, super-modernos, eternamente na vanguarda do pós-qualquer coisa enquanto manguebeat de um todo, fazendo um suingado disco de, sei lá, samba rock. Nação Zumbi fazendo MUSIQUINHA! E sem pau no cuzisse, tudo bem direitinho, sem o Lirinha fazendo performance, sem cara pintada, sem fãzinho se identificando com o não-hit que fala do cara estranho que vem aí.

Grande serviço esse do Nação Zumbi. Porque não é trabalho, é serviço o que eles prestaram. Pode se divertir, otário. Vai falar de influências, confluências e afluências pras tuas nêga, babaca! Companheiro é companheiro, fiadaputa é fiadaputa, o cara tem que saber escolher os amigos de conduta. A música com a Céu, apesar de ser pateticamente chamada Inferno, é muito boa. E a que fecha o disco, No Olimpo, deve ser a música mais foda da história.

Tudo bem tranqüilo, estilo Nasi fazendo exame anti-dopping. Parabéns pra Nação Zumbi, tô orgulhoso deles.

Cotação: Quatro George Romeros, de meio Zé do Caixão impossível

domingo, 14 de outubro de 2007

Sem perdão

Arlindo Cruz sempre repousou naquele libidinoso panteão de artistas que, mesmo quando são ruins, são bons. E aí aconteceu Maria Rita. A bezerra literalmente desmamada preferida da nação deu um jeitinho de desmunhecar feio em seis esquecíveis por-assim-dizer enxertos da obra do nosso querido AC.


Pagode modinha é isso aí, no estilo C&A

Claro que o six-pack de músicas do ex-melhor amigo do Sombrinha são a quase-salvação da lavoura. As músicas são de fato legais, tanto que parece que toda cabritada que Maria Rita dispara é na verdade o bonito verso gritando por socorro, implorando uma interpretação que preste.

Maria Rita é tipo uma versão BIJOU de Midas, tudo que toca vira FAKE.

Cotação: Belchior sem bigode

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

 

 

Perderam o respeito total, olha que filhinho orelhudo e cheio de pêlo arranjaram pra coitada.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

É armação de silicone

Alô, alô, Dabliu Cê Brasil. Poucas jogadas foram tão adequadas quanto chamar o Seu Jorge para vender Sagatiba. Os dois carregam o mesmo QUEM SOU no Orkut da vida: cachaça barata com garrafa pra gringo ficar deslumbrado (daslumbrando, talvez).


É isso aí, um vendedor de flores

Patrocinado pela Sagatiba, o show do Seu Jorge começa ensinando que Saga é busca, Tiba é eterna. A eterna busca do Seu Jorge o levou até a triste constatação de que sobrou para ele ser o Macho Alfagamabetizado de hoje.

Tem cento e vinte e três sujeitos no palco, a maioria fazendo backing vocal. Deve ser tudo parente do Seu Jorge, ou de repente ex-colegas de MINDINGAGEM.

É tudo muito muderno, muito metido a grandes coisa. Aí foi que o barraco desabou. Falta ao Seu Jorge o entendimento que, mesmo com filminho e showzinho hype por aí, o melhor que ele pode oferecer é, no final das contas, só cachaça. E é nessa que o barco se perdeu.

Cotação: Um rabo de galo, de um pau de galinheiro possível

sábado, 22 de setembro de 2007

Totonha e as cabrita

Bom dia, flor do dia! O que acharam da fascinante estréia da segunda temporada de Antônia? Que coisa triste, ein? O cara já tá deprimido por estar sexta-feira enfurnado no aconchego do lar, e a Globo tem a manha de piorar ainda mais a situação.


Sem verba para quatro lençóis

Como qualquer ex-blogueiro em atividade que se preze, nunca vi o primeiro arco de episódios e muito menos o filme. Mas falavam muito bem, minha vó achava bonitinhas as pobres e coitadas em busca do sonho do dvd próprio.

Parecia que eu tava ouvindo uma música do Lulu Santos, os primeiros acordes já revelaram tudo que ia acontecer dali pra frente. E o pior, a série tem só meia hora, e não é uma comédia e nem um drama. É meio que um clichê longo demais para ser um quadro da Zorra Total e curto demais para ser um Você Decide.

Ainda assim, voto não para Antônia - pro inferno com essas bruacas.

Cotação: Quatro abortos, de quatro Destiny's Child possíveis